
Brasil Consciente
domingo, 3 de outubro de 2010
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Forum sobre PNDH-3
Participe do Forum: As ameaças do Programa Nacional dos Direitos Humanos–3 continuam!
Inscrição gratuíta! Clique aqui:
http://www.pelalegitimadefesa.org.br/acao/pndh3/pndh3.asp
Dia 26 de agosto de 2010 - 19:30
Local: GOLDEN TULIP– Paulista Plaza -
Endereço: Alameda Santos, 85 – Jardins – São Paulo
Conferencistas:
Prof. Ives Gandra da Silva Martins
- As inconstitucionalidades no PNDH-3.
Príncipe D. Bertrand de Orleans e Bragança
- A corrosão do direito de propriedade no PNDH-3.
- Reforma agrária, quilombolas, questão indígena.
Deputado Federal Jairo Paes de Lira
- O PNDH no Congresso Nacional.
- Aborto, “casamento homossexual” e desarmamento.
Dr. Paulo Uebel, Diretor executivo do Instituto Millenium
- Aspectos econômicos do PNDH-3
– A prosperidade e o desenvolvimento humano.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Memorial 1964
* O clamor das manifestações públicas e sociais do início de 1964 desaguou no Movimento Democrático de 31 de março, marco imorredouro da evolução política nacional, quando as forças democráticas, lideradas pelas Forças Armadas e em defesa da nossa Soberania, impediram que o comunismo internacional tomasse o poder.Eterna homenagem aos que lutaram em prol da Democracia e da Liberdade.
Relação cronológica dos mortos pelas mãos de terroristas entre os anos de 1964 a 1974.
Nr - Datas - Nomes - Funções, Cargos, Patentes - Locais - Fatos Históricos
* 001 - 12/11/64 - Paulo Macena - Vigia - RJ
Explosão de bomba - deixada por uma organização comunista nunca identificada, em protesto contra a aprovação da Lei Suplicy, que extinguiu a UNE e a UBES - no Cine Bruni Flamengo, com seis feridos graves e 1 morto, o vigia PAULO MACENA.
* 002 - 27/03/65 - Carlos A. Camargo - Sargento do Exército - PR.
Emboscada de um grupo de militantes da Força Armada de Libertação Nacional (FALN), chefiado pelo ex-Cel EB Jeffersom Cardim de Alencar Osorio, com o assassinato a tiros do 3º Sgt Inf EB CARLOS ARGEMIRO DE CAMARGO da 2ª Cia Inf de Francisco Beltrão/PR, que deixou viúva grávida de sete meses.
* 003 - 25/07/66 - Edson Régis de Carvalho - Jornalista - PE.
Explosão de bomba no Aeroporto Internacional de Guararapes, com 15 feridos e 2 mortos, o jornalista EDSON REGIS DE CARVALHO e o almirante NELSON GOMES FERNANDES.
* 004 - 25/07/66 - Nelson Gomes Fernandes - Almirante - PE.
Morto no mesmo atentado. Além das duas vítimas fatais ficaram feridas 17 pessoas, entre elas o então coronel do Exército Sylvio Ferreira da Silva que, além de fraturas expostas, teve amputados quatro dedos da mão esquerda e Sebastião Tomaz de Aquino, o Paraíba, guarda civil que teve a perna direita amputada."Um dos executores do atentado, revelado pelas pesquisas e entrevistas de Gorender, é Raimundo Gonçalves de Figueiredo, codinome CHICO, que viria a ser morto pela Polícia Civil, em abril de 1971, já como integrante da VAR-PALMARES".
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Continuarei postando um pouco a cada dia...
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Quem viu ontem na TV a Comissão dos Direitos Humanos colocando filminhos em que os terroristas posaram de vítimas para receberem milhões de reais a título de indenização ficou enojado.
A platéia composta por pessoas muito bem vestidas, soltando lágrimas de crocodilos pois em seus olhos só havia cifrão.
Continuação do rol de vítimas dos terroristas
* 005 - 28/09/66 - Raimundo C. Andrade - Cabo PM - GO.
Em meados de 1966, eram numerosas as agitações estudantis em várias cidades do Brasil, com numerosos incêndios suspeitos em São Paulo e conflitos no Rio de Janeiro e na Bahia. Apesar da proibição, foi realizado, em Belo Horizonte, o 28º Congresso da UNE, entidade que estabeleceu a data de 22 de setembro para ser o "Dia Nacional de Luta Contra a Ditadura".
Tarzan de Castro (Luis, Osvaldo, Rogério, Sérgio), além de líder estudantil em Goiânia, era um militante que, em junho de 1966, havia liderado uma dissidência do Partido Comunista do Brasil (PC do B), que iria formar uma das mais violentas organizações terroristas daquela época, a Ala Vermelha. Preso na Fortaleza de Santa Cruz, em Niterói, chegaram as falsas notícias de que ele havia morrido na prisão e de que seu corpo chegaria no aeroporto de Goiânia à meia noite de 28/09/66, uma quarta feira.
Em protesto, estudantes, dirigidos por agitadores comunistas, resolveram invadir e ocupar o Colégio Estadual Campinas. A diretora solicitou policiamento. A POLÍCIA MILITAR , então, reuniu os PMs que não faziam parte do policiamento de rua, tais como cozinheiros burocratas, carpinteiros, etc... Por volta das 20:00 horas, quando a "tropa", armada com fuzis modelo 1908, com tiros de festim, chegou ao colégio - que estava invadido - foi recebida por tiros vindos do seu interior, ocasião em que foi atingido, mortalmente, o cabo Raimundo de Carvalho Andrade que era o alfaiate da corporação.
A "vítima" viva, Tarzan de Castro, até recentemente destacado empresário do ramo de armazém de estocagens de grãos, com um dos maiores armazéns de Goiás, reivindica atualmente, como "vítima" da Revolução de 31 de março, as seguintes indenizações:
Do governo de Pernambuco, pelo o seu envolvimento no inquérito do chamado Movimento Julião;
Do Governo do Distrito Federal, por haver respondido a inquéritos promovidos pelo Comando Militar do Planalto;
* Do Governo de Minas Gerais, por ser a sede da Região Judiciária Militar, para onde seguiram seus processos;Do Governo do Estado de Goiás, através da lei estadual nº 14067/010, ao lado de inúmeras outras pessoas catalogadas como "vítimas" da Revolução de 1964, generosa indenização.
A vítima morta, cabo Raimundo de Carvalho Andrade, que era o alfaiate da Polícia Militar de Goiás, homem simples - não especialista em assuntos de segurança e designado pelos seus superiores para completar uma equipe, visando a coibir os tumultos gerados pelo episódio inverídico ligado a Tarzan de Castro - está esquecida. Não se tem notícia de que seus humildes familiares tenham recebido qualquer indenização ou apoio especial dos governos estadual ou federal (colaboração do co-irmão, Grupo Anhangüera.
* 006 - 24/11/67 - José G. Conceição (Zé Dico) - Fazendeiro - SP.
Morto por Edmur Péricles de Camargo, integrante da Ala Marighela, durante a invasão da fazenda Bandeirante, em Presidente Epitácio. Zé Dico foi trancado num quarto, torturado e, finalmente, morto com vários tiros. O filho do fazendeiro que tentara socorrer o pai foi baleado por Edmur com dois tiros nas costas.
* 007 - 15/12/67 - Osíris M. Marcondes - Bancário - SP.
Morto quando tentava impedir um assalto terrorista ao Banco Mercantil, do qual era o gerente.
* 008 - 10/01/68 - Agostinho F. Lima - Marinha Mercante - AM.
No dia 06/12/67, a lancha da Marinha Mercante "Antônio Alberto" foi atacada por um grupo de nove terroristas, liderados por Ricardo Alberto Aguado Gomes "Dr. Ramon", o qual, posteriormente, ingressou na Ação Libertadora Nacional (ALN). Neste ataque Agostinho Ferreira Lima foi ferido gravemente, vindo a falecer no dia 10/01/68.
* 009 - 31/05/68 - Ailton de Oliveira - Guarda Penitenciário - RJ.
O Movimento Armado Revolucionário (MAR), montou uma ação para libertar nove de seus membros que cumpriam pena na Penitenciária Lemos de Brito (RJ) e que uma vez libertados deveriam seguir para região de Conceição de Jacareí, onde o MAR pretendia estabelecer o "embrião do foco guerrilheiro".
No dia 26/05/68 o estagiário Júlio César entregou à funcionária da penitenciária Natersa Passos, dentro de um pacote, três revólveres calibre 38 que seriam usados pelos Às 17:30 horas os subversivos, ao iniciarem a fuga foram surpreendidos pelos guardas penitenciários Ailton de Oliveira e Jorge Félix Barbosa. Os guardas foram feridos pelos presos em fuga, sendo que Ailton de Oliveira veio a falecer cinco dias depois, em 31/05/68.Ainda ficou gravemente ferido o funcionário da Light, João Dias Pereira que se encontrava na calçada da penitenciária.O autor dos disparos que atingiram o guarda Ailton foi o terrorista Avelino Brioni Capitani.
010 - 26/06/68 - Mário Kozel Filho - Soldado do Exército - SP.
Em 1968 o jovem Mário Kozel Filho é convocado para servir à Pátria e defendê-la contra possíveis agressões internas ou externas.Na mesma época o capitão Carlos Lamarca, formado pela Academia Militar das Agulhas Negras, serve no 4ºRI, em Quitaúna, SP.O capitão Lamarca, no dia 24/01/68, trai a Pátria que jurou defender. Rouba do 4ºRI muitos fuzis, metralhadoras e munição, deserta e entra na clandestinidade. O material bélico roubado é entregue à Vanguarda Popular Revolucionária, VPR, uma organização terrorista que Lamarca já integrava antes de desertar.O soldado Kozel continua servindo, com dedicação a Pátria que jurou defender. No dia 26/06/68, como sentinela, zela pela segurança do Quartel General do II Exército. Às 04:30 horas ele está vigilante em sua guarita. A madrugada é fria e com pouca visibilidade. Neste momento, um tiro é disparado por uma sentinela contra uma camioneta que desgovernada tenta penetrar no Quartel. Seu motorista saltara dela em movimento, após acelerá-la e direcioná-la para o portão do QG. O soldado Rufino, também sentinela, dispara 6 tiros contra o mesmo veículo que, finalmente, bate na parede externa do quartel. Kozel sai do seu posto e corre em direção ao carro, para ver se há alguém no seu interior. Há uma carga com 50 quilos de dinamite que, segundos depois, explode e espalha destruição e morte num raio de 300metros. Seu corpo é dilacerado. Os soldados João Fernandes, Luiz Roberto Julião e Edson Roberto Rufino estão muito feridos. É mais um ato terrorista da organização chefiada por Lamarca, a VPR.
Participaram deste crime hediondo os terroristas Diógenes José de Carvalho Oliveira (o Diógenes do PT, com implicações com bicheiros no governo Olívio Dutra/RS), Waldir Carlos Sarapu, Wilson Egídio Fava, Onofre Pinto, Edmundo Coleen Leite, José Araújo Nóbrega, Oswaldo Antônio dos Santos, Dulce de Souza Maia, Renata Ferraz Guerra Andrade e José Ronaldo Tavares de Lima e Silva. Lamarca continuou na VPR, seqüestrando, assaltando, assassinando e praticando vários outros atos terroristas, até o dia em que morreu, de arma na mão enfrentando uma patrulha do Exército que o encontrou no interior da Bahia em 1971. Sua família passou a receber a pensão de coronel porque Lamarca, se não tivesse desertado, poderia chegar a este posto.Apesar de todos os crimes hediondos que cometeu, sendo o mais torpe deles o assassinato a coronhadas de seu prisioneiro Tenente PM Alberto Mendes Júnior, Lamarca é apontado como herói pelos esquerdistas brasileiros. Ruas passam a ter seu nome. Tentam colocar seus restos mortais num Mausoléu na Praça dos Três Poderes, em Brasília. Um filme é feito para homenageá-lo. Mário Kozel Filho, soldado cumpridor dos seus deveres, cidadão brasileiro que morreu em serviço, está totalmente esquecido. Além do esquecimento a Comissão dos Mortos e Desaparecidos que já concedera vultosas indenizações às famílias de muitos terroristas que nunca foram considerados desaparecidos, resolveu indenizar, também, a família Lamarca, numa evidente provocação às Forças Armadas e desrespeito às famílias de Mário Kozel Filho e de muitos outros que com ele morreram em conseqüência de atos terroristas.
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Edição de artigos de Domingo do Alerta Total http://alertatotal.blogspot.com
Por Amilcar Brunazo Filho
Em 1996, a Justiça Eleitoral laborou para tirar do brasileiro o controle da apuração dos votos de cada seção eleitoral. Adotou urnas eletrônicas sem voto impresso conferível pelo eleitor e acabou com qualquer possibilidade de se fazer conferência ou auditoria contabil da apuração eletrônica dos votos.
Teve muito sucesso e os brasileiros aceitaram muito bem perder o controle desta parte do processo eleitoral. Aqui, quase todo mundo muito bate palmas para este sistema que no exterior (fora o Paraguai) é motivo para riso.
Então, em 2006 decidiram dar mais um passo para tirar o controle da sociedade sobre o resultado eleitoral e decidiram que os partidos não teriam direito de coletar os resultados de cada seção eleitoral, os Boletins de Urnas impressos.
Quem decidiu? Alguns funcionários de dentro da Justiça Eleitoral, em postos estratégicos. Modificaram o texto da resolução que o TSE publica toda eleição. O inciso II do Art. 42 da Resolução 22.154, publicada em março de 2006, tirava dos partidos o direito de recolher Boletins de Urnas impressos nas seções eleitorais (em 2004, o artigo equivalente dava aos partidos o direito de recolher até nove vias do Boletins de Urnas impresso).
Sem o Boletim de Urnas, que é prova formal do resultado de cada urna, torna-se impossível conferir a etapa seguinte, a totalização dos votos nos bancos de dados dos TRE.
Uma fraude nos banco de dados da eleição é o que chamamos, em nosso livro, de "a mãe de todas as fraudes" pois se efetuada com sucesso pode reverter todas fraudes que porventura existiram nas etapas anteriores do processo eleitoral (cadastro, votação e apuração).
Mas dois brasileiros chatos, eu e a advogada Maria Aparecida Cortiz, representando o PDT, acionaram no TSE contra aquele inciso da resolução e conseguiram convencer o Secretário de Informática do TSE e os Ministros do TSE da necessidade de corrigí-lo.
Assim foi feito. Em 08 de agosto o TSE decretou a Resolução 22.332 que dava nova redação àquele inciso, estabelecendo o seguinte:
"Art. 42. Compete ainda ao presidente da mesa receptora de votos e, na sua falta, a quem o substituir:(...)
II – emitir, mediante solicitação, até dez vias extras do boletim de urna para entrega aos PARTIDOS POLÍTICOS E COLIGAÇÕES INTERESSADOS, à imprensa e ao Ministério Público".
A justificativa para esta medida também está expressa na Resolução 22.332:
"Tanto quanto possível, há de se imprimir a maior transparência ao processo eleitoral, expedindo-se Boletins de Urna que viabilizem o acompanhamento pelos partidos políticos, coligações interessadas, imprensa e Ministério Público".
Os textos completos da petição do PDT e da nova Resolução TSE 22.332 podem ser vistos em: http://jus2.uol.com.br/pecas/texto.asp?id=719
Com isto, pensávamos ter resolvido um grande problema, pois a fraude eleitoral no banco de dados, possível de ser feita por quem a ele tenha acesso legítimo ou ilegítimo, só dá para ser DESCOBERTA E PROVADA pelos partidos com a coleta dos Boletins de Urnas impressos nas seções eleitorais para posterior conferência com os resultados oficiais.
Mas estávamos enganados. Aqueles funcionários bem localizados na hierarquia da Justiça Eleitoral continuaram tentando retirar o controle dos partidos. Perdida a batalha junto aos Ministros do TSE, virando-se para a outra ponta, passaram a instruir os presidentes das mesas eleitorais a não entregar os Boletins de Urnas impressos aos fiscais dos partidos, contrariando a decisão dos ministros.
No Rio de Janeiro, onde o PDT é mais organizado, se juntou os partidos e, com algumas reuniões no TRE, parece que conseguiram reverter a tentativa de impedi-los de recolher Boletins de Urnas e conferir a totalização.
Mas em São Paulo, onde o PDT praticamente não atua, a batalha está perdida. Os demais partidos não têm a menor consciência do que significa não poder recolher os boletins de urna impressos e estão engolindo um golpe sobre seus direitos sem mesmo perceber que está ocorrendo.
Aqueles funcionários bem colocados na Justiça Eleitoral, que tem acesso ao banco de dados e que na remotíssima hipótese de cederem a tentação poderiam fraudar a totalização, conseguiram convencer o diretor-geral do TRE-SP a repudiar a Resolução TSE 22.332 de 08 de agosto e emitir um ofício de nº 12.523, em 22 de setembro, PARA TODOS OS CHEFES DE CARTÓRIOS ELEITORAIS DE SÃO PAULO, onde diz:
"Vossa Excelência deverá determinar ao Cartório Eleitoral que oriente os presidentes das mesas receptoras de votos a emitir, além das cinco vias obrigatórias, apenas 02 (duas) vias, caso haja solicitação da imprensa e/ou Ministério Pũblico".
E as oito vias restantes destinadas aos partidos e coligações? Onde é que ficam? E a tal transparência? Quem vai fiscalizar a totalização?
Tradicionalmente o Ministério Público nunca recolheu Boletins de Urnas nas seções eleitorais. E não vai recolher de novo. A imprensa não se organiza para isso (não basta recolher o Boletins de Urnas tem que conferí-lo contra os resultados oficiais) e nem tem função de fiscal formal das eleições.
Ninguém vai conseguir fiscalizar as eleições em São Paulo.
Vou dar o mapa da mina em São Paulo. Quem controla ou obtem acesso ao banco de dados da totalização (inclusive pelas portas dos fundos para manutenção) pode eleger a bancada legislativa que quiser e, dentro das margens das pesquisas, desviar votos brancos, nulos ou válidos nas majoritárias.
Divirtam-se. O jogo está posto, mostrem suas fichas.
Depois fica fácil dizer que "nenhuma prova de fraude foi apontada nas eleições informatizadas".
Claro que não. A própria Justiça Eleitoral impede que provas sejam produzidas.
E o maluco disso tudo é que só eu e uns poucos brancaleones do Fórum do Voto Seguro nos importamos com isso.
A imprensa não acha esse papo de transparência eleitoral importante e quase só republica as notas dos tribunais ("é impossível fraudar nosso banco de dados"), os partidos não entendem o que está acontecendo e os juízes são enrolados pelos argumentos tecnóides dos funcionários encastelados.
Só pode haver uma explicação. Os malucos somos nós que nos preocupamos com transparência e auditoria eleitoral. A grande maioria dos brasileiros deve estar certa.
Deixa as eleições serem tratadas como video-game.
Votem e depois corram para a TV para assistir o show da apuração mais rápida do mundo.
O fato de ninguém externamente poder conferir ou auditar o resultado é detalhe insignificante.
Amilcar Brunazo Filho é engenheiro, especialista em segurança de dados e representante do PDT junto ao TSE.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
PARA MEDITAR ANTES DE VOTAR. doc. Nº 212-2010
SÓ LOUCO VOTA EM CORRUPTO E COMUNISTA
Como aceitar o falso brilho do materialismo dialético da doutrina marxista leninista que torna o homem escravo do Estado, atropela a família como instituição, a ética, a moral, a fé religiosa? VEJAM O PNDH -3.
Você já pensou que o seu comodismo, sua antipatia pela prática política, o seu desconhecimento das vantagens da democracia sobre o socialismo marxista, poderão nos colocar nas mãos dos fanáticos comunistas que pregam a “democracia socialista” de partido único, plantando o ódio, se valendo da mentira e de todos os meios ilícitos com vista a conquista e a manutenção do poder, quando então eliminarão todos os opositores? VEJAM O PNDH – 3.
Por que as elites acomodadas aceitam as autoridades mentindo, descaradamente, envolvidas em dezenas de escândalos denunciadas em CPI / CPMI e Tribunais, e vendendo ilusões aos mais carentes de tudo através das chamadas “políticas sociais” e falsos assistencialismo? ESQUECERAM OS MENSALÕES?
Como as elites organizadas e acomodadas, as Instituições de Estado ( FFAA, Maçonaria, Comunidades Religiosas, OAB, UNE ) calam-se diante do consumo de drogas, as invasões das propriedades privadas, o descalabro do aparato de segurança frente ao crime organizado e a marginalidade? VEJAM O PNDH-3.
Como aceitar o endeusamento do sexo livre, a droga como direito, as inversões sexuais, o “divórcio por telefone”, tudo isso “orquestrado” diariamente pela mídia nacional? VEJAM A CARTA DO BISPO DE GUARULHO Dom Luiz Gonzaga Bergonzini.
Por que assistir, sem nenhuma reação, que o governo “aparelhe”, ideologicamente, o Estado, nomeando mais de 60 mil correligionários sem as qualificações devidas para ocupar os pontos chaves da administração do País e das grandes empresas nacionais onde é majoritário como na Petrobrás, e nos Correios, etc.? ATÉ PESSOA LIGADA A FARCs?
Como aceitar que o governo petista tente mudar a história do Brasil falseando a história nos livros didáticos distribuídos na rede escolar olvidando os heróis nacionais e exaltando os socialistas sanguinários como Che Guevara, Fidel Castro, etc ?
Brasileiro! Nós podemos reverter esse quadro caótico com medidas simples e imediatas:
- não vote em petista e em candidatos dos partidos coligados ao PT;
- reúnam sua família, deixem o comodismo de lado, e com coragem e sem paixão cometem a atual conjuntura e o perigo que cercam a nossa frágil democracia;
- esclareça aos amigos, os próximos mais próximos, especialmente os acomodados e mesmo alienados dos perigos que estamos correndo face a conjuntura;
VAMOS REPASSAR! A INTERNET É A NOSSA ARMA!
GRUPO GUARARAPES! PERSONALIDADE JURÍDICA sob reg. Nº12 58 93. Cartório do 1º registro de títulos e documentos, em Fortaleza . Somos 1.765 civis – 49 da Marinha - 472 do Exército – 50 da Aeronáutica; 2.336. In Memoriam 30 militares e dois civis. Batistapinheiro30@yahoo.com.br. WWW,fortalweb.com.br/grupoguararapes.
Conheça a verdadeira guerrilha do Araguaia pelo site:WWW.ternuma.cxom.br/aragua.htm 26 de julho de 2010
sexta-feira, 16 de julho de 2010
1º comício de Dilma no RJ tem público de cerca de 6 mil
As centenas de placas e milhares de bandeiras espalhadas ao redor da Igreja da Candelária, no centro do Rio, eram a mostra de que foi pequena a mobilização para a primeira caminhada e comício da candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, na cidade.
Cerca de 6 mil pessoas, de acordo com a Polícia Militar, encararam a chuva fina que caia sobre a cidade para prestigiar o evento. A petista chegou 45 minutos depois do horário previsto e percorreu apenas metade do trajeto esperado, entre a Candelária e a Cinelândia. Até às 19h20, Lula e Cabral não haviam chegado.
A caminhada provocou o fechamento da principal avenida do centro da cidade, a Rio Branco, e todas as ruas adjacentes. O trânsito ficou um caos e muita gente não pôde pegar o ônibus para voltar para casa.
A maior parte dos militantes vinha de bairros e comunidades populares das zonas norte e oeste do Rio. Vieram em ônibus alugados por políticos que integram a coligação que apoia Dilma e o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), candidato à reeleição. Os veículos ficaram espalhados por várias ruas da região.
Furo
Dilma acabou furando todos os esquemas preparados pela organização do evento. A expectativa era que ela atravessasse a Rio Branco numa picape que ficaria na frente de uma carro que levava fotógrafos. Como chegou atrasada, ela subiu na caçamba de um veículo utilitário, na companhia de seu vice, Michel Temer (PMDB), de Lindberg Farias (PT) e Jorge Picciani (PMDB), candidatos da chapa de Cabral ao Senado.
Também estavam no carro Marcelo Crivella (PRB), que concorre ao Senado sem coligação formal, do prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB), e do vice-governador do Estado, Luiz Fernando Pezão.
A chuva passou a cair mais forte, o que esvaziou ainda mais a Cinelândia.
Militantes que carregavam bandeiras dos partidos aliados de Dilma e do governador do Rio eram quem resistiam no local. Alguns confirmaram que estavam ali porque recebiam dinheiro para isso. Segundo militantes que carregavam faixas pró-PMDB, o pagamento chegava a R$ 600 por mês.
Protesto
Deputado federal do PP e capitão reformado do Exército, Jair Bolsonaro também compareceu ao evento. Foi, no entanto, para protestar contra Dilma - apesar de seu partido já ter confirmado o apoio informal à candidatura da petista.
O parlamentar pendurou três faixas em postes da Cinelândia. Um deles dizia "Dilma, ficha suja de sangue". O outro, "Dilma, cadê os 2,5 milhões de dólares roubados do cofre do Adhemar (de Barros)", em referência à ação de grupos guerrilheiros dos anos 70, que roubaram o valor do cofre do ex-governador de São Paulo. E "Lula, vá para o Mobral, Dilma, para o Bangu Um".
"Estou mostrando um pouco do passado do qual ela diz que tem orgulho", justificou Bolsonaro, que militava na linha dura do Exército no período da redemocratização do País.
http://noticias.br.msn.com/artigo.aspx?cp-documentid=24899124
Preciso dizer mais alguma coisa?
Até que as coisas não estão tão perdidas assim no nosso país, tanto em termos políticos, quanto jornalísticos.
domingo, 11 de julho de 2010
Acho que a principal conseqüência da liberação das drogas seria a explosão do consumo, pois sem o estigma social e legal, rapidamente o número de usuários da cannabis e de outras drogas se equivaleria ao dos fumantes, até porque se comprovado que a maconha oferece menos risco de contrair um câncer no pulmão (no que não acredito), automaticamente muitos fumantes se tornariam maconheiros sem nenhum problema.
Outra questão é o tráfico de drogas. Acho uma ilusão considerar a liberação a mola-mestra para abalar o tráfico de drogas. Talvez num primeiro momento o tráfico tivesse uma redução do número de consumidores, depois disso o consumo voltará aos patamares próximos dos atuais porque a droga "legal" terá a incidência de impostos, encargos sociais e trabalhistas, logística, fiscalização fazendária e de saúde pública, armazenamento, distribuição etc. Ou seja, se a droga no traficante custa R$ 5,00 com o comerciante custará R$ 20,00.
Depois, temos que entender que o mito dos mauricinhos consumidores de maconha e outras drogas está se exaurindo. Alguém aqui acha que um playboy do Leblon iria a Senador Camará comprar drogas? Lógico que não. A maioria dos usuários é da classe baixa e assim continuará sendo, até porque podem achar que isso é "coisa de bacana".
A liberação das drogas acabaria com o tráfico?
Há tempos que muita gente prega a legalização das drogas, seja uma só ou todas elas porque nutrem a esperança que, assim, o tráfico acabe e os usuários possam comprar suas drogas e ainda recolher impostos, gerar empregos, divisas etc.
Será que a legalização das drogas acabaria com o tráfico ou os usuários continuariam recorrendo a traficantes em busca de drogas mais baratas, sem a incidência de tributos e encargos sociais e trabalhistas?
Será que a droga legalizada ficará muito mais cara que a vendida pelo traficante? E a Saúde Pública? Estaria a mesma preparada para receber tantos novos doentes, pois é sabido que a legalização obrigatoriamente vem acompanhada do aumento do número de usuários.
Insisto: criminalize o uso.
A maior parte dos usuários acredita que não comete um crime, pois faz uma "escolha pessoal" cujo prejudicado não é outro senão ele mesmo.
Mentira!
A partir do momento em que consome uma droga ilegal, o usuário contribui para o aumento da violência, da corrupção e a decadência das instituições.
Tb desagrega famílias, provoca acidentes, diminui a concentração no trabalho e acaba viciado, gerando despesas médico-hospitalares que podem atingir preços proibitivos.
Ora, imaginem se não houvesse o crime de receptação. Imaginaram? Pois o número de roubos seriam muito maiores, pois criaria um "mercado paralelo" de receptadores de produtos roubados, incentivando a prática a partir da lógica capitalista da "oferta e da procura". O mesmo se dá com o usuário de drogas. Ora, se ele pode comprar impunemente, que mal há de outro vender? Como pode ser crime vender se não é crime comprar?
Isto não faz sentido.
Existem muitos mitos sobre a proibição da maconha e de outras drogas, em especial os divulgados (tendenciosamente) pela SUPERMACONHANTE. Não vou perder tempo enumerando esses mitos, mas vou enumerar alguns fatos, com base até no que já foi postado em muitas comunidades anti-drogas:
1 - Não há interesse americano na proibição das drogas, pois isto é teoria conspiratória. Afinal, se o uso de drogas afetasse a economia americana, os soviéticos teriam implantado seu uso em seus países satélites da Ásia e África;
2 - Os americanos proibiram as drogas com base em pareceres médicos e científicos, em especial aqueles relacionados à produtividade da força de trabalho, nada de aspecto cultural ou falta de informação;
3 - Álcool é sim um aspecto cultural intrínseco às sociedades, salvo a islâmica, inserido no aspecto cultural de um povo conforme já postei aqui;
4 - Diferente das drogas, que salvo por curtos períodos, sempre foram combatidas e proibidas, como se lê em relatórios militares chineses e árabes que denunciavam o uso de ópio e haxixe como nocivo à concentração e disposição física indispensável ao militarismo;
5 - A maconha, por exemplo, foi proibida pela primeira vez no Brasil por Dom Pedro I, portanto bem antes de todos os maconheiros que conhecemos nascerem;
6 - O único aspecto cultural ligado às drogas é o da marginalidade (no sentido criminoso) pois todas têm um histórico de estigmatização por parte da sociedade organizada, não apenas numa questão de usar ou não usar, mas sim de sobreviver ou não ao seu uso.
P.S. Não é reacionarismo defender a pena de morte, apesar de eu ser contra a mesma, mas devemos observar que em países onde a mesma é aplicada com rigor, a criminalidade diminuiu sensivelmente. Ex: EUA e Indonésia.
Quanto ao "proibicionismo"
Precisamos entender que toda sociedade organizada impõe limites para sua própria sobrevivência. O que pode vir a ser rotulado de "proibicionismo" nada mais é do que a negativa do grupo social que se pretende proteger contra elementos nocivos ao seu bem-estar.
Ora, não podemos confundir o nosso momento histórico com os anos 1960 e 1970 quando uma hipocrisia real mergulhou o mundo no caos da Guerra Fria e no recrudescimento das relações sociais. Afinal, herdamos dos anos 1950 o oportunismo do "macartismo" no Ocidente e os resquícios do "stalinismo" no bloco soviético. Estávamos entre o mau e o pior, com poucas opções e muita frustração, que se seguiu à promessa de um mundo melhor no pós-guerra (1945). Assim, é compreensível que movimentos libertários (estou usando a palavra com certa liberdade) pregassem bobagens do tipo: "é proibido proibir", "faça amor, não faça guerra", "chega de dizer não" e "faça o que tu queres pois há de ser tudo da Lei" (esta última de Aleister Crowlleir).
Portanto, aos jovens não restou outra saída senão um radicalismo oposto para romper com estigmas ultrapassados que alcançavam o status de tabu - tais como a liberdade de escolha para as mulheres, a criminalização dos homossexuais, uma educação mais religiosa do que laica, falta de opções para os jovens no mercado de trabalho, conservadorismo político extremo etc.
As posições referentes ao proibicionismo que vão na direção contrária tb estão na contra-mão da História, pois numa sociedade democrática e com um Estado de Direito estabelecido, a liberdade está no cumprimento da Lei e não o contrário.
Veja bem: a Lei não permite vandalismo, mas tem imbecis "pixadores" que não estão nem aí para isso e saem emporcalhando a cidade com seus códigos indecifráveis e sempre contra a vontade de quem tem seu patrimônio "pixado". A lei proíbe as drogas psicotrópicas, mas tem gente que nem liga para isso e financia uma das maiores e mais sangrentas guerras civis da história.
Então a saída é liberar tudo com base num hipotético livre-arbítrio?
Definitivamente não.
Primeiro, porque seria a submissão da maioria à minoria irresponsável, segundo porque seria um atestado de incompetência na formação de nossos jovens, terceiro porque estaria eximindo pais e responsáveis da obrigação de educar (afinal, se todo mundo faz o que quiser, então quem pode dizer que "não"), quarto e último, não podemos estigmatizar a "proibição" em nome da "liberdade", porque proibir é garantir a muitos a proteção necessária para o exercício de sua liberdade contra a vontade de poucos (a isso chama-se democracia social).
Aliás, sabemos que toda estrutura do tráfico de drogas, que começa no plantador de ópio, coca ou de maconha; passa por autoridades corruptas, grupos narcoguerrilheiros e traficantes sanguinários, tem por abjetivo abastecer o usuário de drogas.
Como certa vez disse o jornalista e economista Joelmir Betting: "Na prática a teoria é outra."
As experiências com psicodélicos talvez tivessem, a princípio, um caráter transcedental, num contexto em que tabus estavam sendo rompidos e uma nova mentalidade se formando a partir de uma sociedade de princípios envelhecidos, moldada em meio ao MEDO, que se seguiu da 2ª Guerra Mundial e se agravou no risco do hacatombe nuclear da Guerra Fria. Para combater a hipocrisia reinante da geração do pós-guerra, uma série de movimentos teve início, explodindo não como contra-cultura, mas numa nova cultura a partir dos anos 1970.
Ora, as drogas entraram como uma das alternativas às mudanças propostas pelo período 1955-1970, afinal a sociedade anterior estigmatizava as drogas, portanto atribuir-lhe efeitos positivos e emprestar-lhe um caráter revolucionário era CONTESTAR aquele hipocrisia calcada no macartismo. Nesta época, tudo que fosse anterior era "fora de moda", tais como religião, política, família, escola, trabalho etc. Em nome de uma nova proposta tentou-se criar um mundo de constante confronto, com o novo permanente e um antigo renegado. Não é por acaso que nesta época surgirão "mitos" como Guevara (a síntese do contestador latino-americano), Kennedy (a síntese do "novo" na política americana), Papa João XXIII (síntese do novo na religião), entre outros.
Com um clima tão propício para experimentalismos, é óbvio que as drogas encontraram terreno fértil e virgem para se propagarem. É verdade que a cocaína já era consumida nos anos 1920 e que a maconha é conhecida há milênios, mas o impulso que tais substâncias psicotrópicas alcançaram neste período foi alarmante porque foram equivocadamente associadas à renovação ou à contestação social.
O contato com as drogas é muito relativo. A maioria das pessoas que conhecemos trava contato com as drogas através de usuários (nunca pelos traficantes), que incentivam e encorajam o uso das mesmas. O resultado quase sempre é a rejeição, pois a informação tende a manter as pessoas longe do uso de tais substâncias.
Claro que todo usuário dirá que "a maior parte das pessoas que conheço consomem dorgas", afinal, contrariando as leis do magnetismo, em sociedade são os iguais que se atraem. Graças ao estigma social e legal, os usuários ficam confinados em "tribos" e se destacam dos demais - a quem atribuem "preconceito".
Recentemente, meu sobrinho se afastou de um "amiguinho" porque o mesmo insitia que ele e outros colegas da escola experimentassem a maconha que, segundo ele, não fazia mal algum. Dessa forma, o estigma contra as drogas salvou a maioria do erro de um.
O resultado final do consumo de drogas, qualquer que seja o argumento a seu favor ou a proposta de um debate mais "profundo", é um só: o consumidor acaba consumido pela substância e passará muitos anos lutando para livrar-se de seus efeitos em seu cérebro.
Aliás, as duas maiores distopias da literatura mundial - O ADMIRÁVEL MUNDO NOVO e 1984 - citam as drogas como instrumento de controle, nunca de libertação.
O Estado Mundial, próspero e libertino controlado com mão firme pelos Adminstradores Mundiais em O ADMIRÁVEL MUNDO NOVO (BRAVE NEW WORLD) de ALDUS HUXLEY, tem no Soma a base de todo sistema. Caso todas as facilidades, liberdades, fartura e assepsia daquele mundo estéril não surtirem efeito, eis que existe o Soma - a droga perfeita, perseguida com entusiasmo pelos pseudo-libertários dos anos 1950-1970.
No 1984 de Orwell, o Estado produz o gim, que é distribuído gratuitamente. Depois, quando Winston Smith é preso, constata-se que o tráfico de drogas existe e que é tolerado e até incentivado pelo Estado Totalitário de Oceania.
Assim, partindo da ótica de dois escritores que tiveram experiências com drogas (maconha inclusive), em seguida descrevê-las como instrumento de controle de distopias imaginadas pelos próprios segue como um alerta e não um incentivo. Logo, partindo de quem conheceu as drogas a fundo, nada há de libertador em seu consumo e seu uso legalizado seria a forma suprema do totalitarismo.
Quem ganharia com a legalização da maconha e de outras drogas?
1 - OS TRAFICANTES - pois sabedores que a maconha é porta de entrada para outras drogas, o fim do estigma social e legal da maconha implicará no aumento do número de usuários de outras drogas (que tb acabarão legalizadas);
2 - GRANDES GRUPOS EMPRESARIAIS - os mesmos cretinos que lucram bilhões às custas dos otários fumantes de cigarros, ganharão ainda mais dinheiro com os maconheiros e com o constante aumento de usuários, afinal a própria SUPERINTERESSANTE publicou que a Souza Cruz (ou foi a Philip Morris, se não me engano) registrou a marca "MARLEY", ou seja, já esperam pelos próximos otários;
3 - OS PLANOS DE SAÚDE - devido ao grande número de males provocados pelas drogas e sendo seu consumo legal - portanto, previsível - as prestações subirão horrores e surgirão "clínicas especializadas" para faturar em cima da "nova onda" dos otários;
4 - O GOVERNO - com a liberação e o aumento do consumo, a base tributária será elevada e aumentará a arrecadação, que servirá para cobrir o rombo da Previdência Social e da dívida pública interna;
5 - O COMÉRCIO - surgirão cafés-maconha aos montes, incluindo-se spas-maconha, campings-maconha e toda sorte de produtos ligados ao consumo da maconha (e outras drogas) sem contar que o Brasil entraria na rota do narcoturismo;
6 - FAZENDEIROS - grandes áreas serão destinadas ao plantio da maconha, coca, ópio em detrimento dos alimentos, visto que o retorno financeiro será certo.
Quem perde com a legalização?
O POVO, que não vai lucrar nada, terá mais um problema institucional para resolver, os não-usuários passarão a ser discriminados, em especial os mais jovens, aumento dos casos de doenças mentais, não terá como impedir o surgimento de novos usuários, a mão-de-obra ficará comprometida, aumentará o número de usuários de drogas, usuários de outros países desembarcarão aqui aos milhões, pagarão mais caro pelos planos de saúde e enfrentarão o colapso da saúde pública.
Autor: Roberval do Passo Barcellos